quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Tudo novo, de novo!

          Eis que mais um ano letivo se inicia! Nova escola, novas colegas de trabalho, novos alunos... São tantas novidades! Fazia muito tempo que eu não postava por aqui, mas pretendo neste ano retomar o hábito de colocar as ideias em movimento, partilhando com vocês o meu dia a dia ou trazendo algumas reflexões pertinentes a nossa área, tanto no que se refere à Educação Física propriamente dita quanto a educação de forma geral.
          Hoje, deixo para vocês a mensagem que recebi na 1ª reunião que tive na minha nova escola. Que através dela possamos pensar um pouquinho mais na nossa prática pedagógica! 
          Desejo a todos os professores, gestores, funcionários e alunos um ano letivo maravilhoso! Que 2012 possa ser ainda melhor do que foi 2011! Sucesso!

Aprendi...
Aprendi que por pior que seja o problema ou uma situação, sempre existe uma saída.
Aprendi que é bobagem fugir das dificuldades. Mais cedo ou mais tarde, será necessário tirar as pedras do caminho para conseguir avançar.
Aprendi que o tempo é muito precioso e não volta atrás, por isso não vale a pena resgatar o passado.
O que vale a pena é construir o futuro.

Autor desconhecido

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Reciclando!

          Quando a gente chega numa escola e não encontra quase nada de material disponível (e em bom estado) para as aula de Educação Física, chega a hora de colocar as nossas cucas maravilhosas para funcionarem! 
           Passei meu domingo inteiro criando brinquedos com materiais recicláveis. Amanhã os levarei para a escola, e depois darei o retorno para vocês se eles foram bem aceitos ou não. Mas uma coisa é certa: quando o professor levar alguma novidade para a aula, a turma fica super curiosa para saber do que se trata. Se ele fizer um suspense básico, o silêncio irá imperar por alguns minutos. rs Além disso, a novidade sempre gera motivação, portanto, a aula flui de forma muito mais agradável, tanto para nós professores quanto para os alunos! Vejam as fotos do que eu preparei utilizando materiais que iriam parar no lixo!

Aqui temos instrumentos musicais: um tambor, feito com latas de leite em pó, e chocalhos feitos com frascos de Yakult. Dentro deles têm grãos de arroz. Também pensei em usar estes chocalhos como halteres. Obviamente eles são leves para isso, mas para o jogo simbólico já é o suficiente!


Fiz dois potes com o resto das garrafas utilizadas para o bilboquê. Eles servirão para guardar tampinhas, que os alunos adoram utilizar para construir casas, castelos etc. Além disso, fiz um telefone usando dois potes de iogurte e barbante.

Este aí é um "cai-não-cai". Fiz os furos usando uma chave de fenda quente, e os palitinhos são de churrasco. Pintei as pontas com esmalte, para que cada um deles tenha uma pontuação diferente. Assim, os estimulo a fazer contas para descobrir quem foi o vencedor. A bolinha foi feita de meia calça.

Este é um binóculo feito de rolo de papel toalha e caixinha de fósforo no meio, para dar distância e assim possibilitar uma visão mais adequada. As lentes foram feitas de papel celofane.

Estes são os bilboquês!
           Espero que estes brinquedos os inspirem a também construir coisas interessantes para seus alunos! Usarei estes materiais com a turma de Educação Infantil!

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Algumas pérolas dos alunos...

Trabalhar com crianças pequenas pode até ser desgastante, mas é impossível não dar pelo menos uma boa risada! Vejam algumas "pérolas", ditas principalmente pelos meus alunos da Educação Infantil e do 1º ano... hehe

Professora pergunta: "Qual é o tamanho do seu cachorro?!"
Aluno responde: "40 centavos!"

Professora pergunta: "Qual é o seu nome?!"
Aluna responde: "1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10!"
Professora diz: "Muito bem, você sabe contar até 10! Mas qual é seu nome?!"
Aluna diz: ".............." (o silêncio imperou neste momento!)

Professora pergunta: "Como foi o dia das crianças?! Quem ganhou presente?!"
Todos os alunos entram em polvorosa, mas um responde: "Ganhei uma bola de bilicha"
Professora questiona: "Bola de que?! De boliche?!"
Aluno responde: "É, bola de bilicha..."

Alunos pedem: "Professora, vamos brincar de adibrinha?!
Professora (com cara de tacho) pergunta: "Mas o que é adibrinha?! Vocês querem brincar de adivinha?!
Alunos: "Não, tia, é de adibrinha!!!!"
Professora: "E como faz?! Eu não conheço!"
Então os caros alunos começam a fazer dribles... rs Pois é, "adibrinha" é, inexplicavelmente, uma variação da palavra "drible"... Fala sério, é exigir demais da minha capacidade mental! Haja criatividade e imaginação para desvendar os mistérios desses palavreados! rs

Ps: apesar de ser engraçado, é importante que nós, educadores, sempre digamos aos nossos alunos a maneira correta de falar. Não é porque a criança é pequena que nós vamos achar tudo lindo e deixá-los falando errado por aí... Corrija, sem ignorância e com paciência. E não permita que os outros coleguinhas fiquem rindo daquele que errou, afinal, errar é humano!












quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Bullying nas aulas de Educação Física

     Em apenas duas semanas de magistério eu já presenciei algumas situações que sugerem casos de bullying nas aulas de Educação Física. Primeiramente, bullying é uma situação que se caracteriza por agressões intencionais, verbais ou físicas, feitas de maneira repetitiva, por um ou mais alunos contra um ou mais colegas. Este termo é utilizado para indicar casos de ameaça, tirania, opressão, intimidação, humilhação e maltrato. 
     Brigas e implicâncias entre os alunos não são caracterizados como casos de bullying. Sabemos que isso é "comum" entre as crianças, só precisamos estar atentos para que isso realmente não se torne algo fora do controle. Tem gente que leva numa boa, outros que não conseguem abstrair tais gozações. Para ambos os casos, é preciso perceber o quanto isso significa para a alvo das agressões.
     Segundo Telma Vinha, doutora em Psicologia Educacional e professora da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), para ser dada como bullying, a agressão física ou moral deve apresentar quatro características: a intenção do autor em ferir o alvo, a repetição da agressão, a presença de um público espectador e a concordância do alvo com relação à ofensa. ''Quando o alvo supera o motivo da agressão, ele reage ou ignora, desmotivando a ação do autor'', explica a especialista.
     Tendo em vista tais explicações, contarei dois casos:
1º caso: Pedi para os alunos formarem duas filas. Eles se separaram em meninos e meninas, mas a fila das meninas estava muito menor. Daí perguntei se algum menino topava ir para a outra equipe, e prontamente, apenas dois meninos quiseram, enquanto os outros ficaram dizendo "não, não" com toda a convicção e certo grau de "superioridade masculina". Na mesma hora, um dos alunos ficou mexendo com eles e dizendo "mulherzinhas, mulherzinhas". Eles ficaram passados, e imediatamente eu disse: "Pode parar. Fui eu que perguntei quais meninos queriam vir pra cá; se eles vieram é porque são homens o suficiente para saber que não há problema nenhum em se misturar com meninas". Imediatamente, os dois alunos - antes acuados, sorriram e ficaram felizes, enquanto o menino provocador ficou com cara de surpresa ao ouvir minha resposta. Os demais meninos, para "provar a masculinidade", também quiseram mudar de equipes. Mas aí eu não permiti, porque não havia sido algo livre... Nesta situação, não houve caso de bullying. Foi pura implicância, possivelmente graças a toda especulação que vemos sobre homossexualidade na mídia e, quiçá, exemplos de pessoas próximas, como os próprios pais, irmãos, tios etc., que ao invés de lidarem com as diferenças, preferem ser preconceituosos...

2º caso: Em plena aula, no meio de um pique, uma das alunas, bem cabisbaixa, me pede folhas para desenhar. Perguntei o motivo, e ela disse que ninguém nunca quer brincar com ela. Insisti nas perguntas e, sem jeito, a menina me disse que todos comentam que ela tem piolho, por isso nunca se aproximam. Nem na sala de aula ninguém quer sentar perto dela. Então eu disse: "Mas você quer fazer a aula?" Prontamente ela disse que sim! Então eu apitei e disse: "Fulaninha é a nova pegadora!" Ela ficou super feliz, mas na mesma hora a turma retrucou: "Professora, ela é piolhenta, ninguém quer ficar com ela!". Então reuni toda a turma e falei que todos já haviam tido piolho um dia, e que ainda que a colega tivesse piolho (algo que eu não estava vendo), isso não era motivo de ninguém brincar com ela. Todos nós temos defeitos e limitações que precisam ser compreendidas pelos outros. Agora ela ia brincar sim, sendo a pegadora, e se alguém não quisesse fazer a atividade, que então saísse, pois assim sentiriam o quanto é ruim ser rejeitado. Neste caso, considero a ocorrência de bullying, já que quem falou teve a intenção de gozar da cara dela (fizeram isso apontando e rindo), ela é alvo dentro e fora da sala de aula diariamente, a agressão verbal foi em público (no meio dos 35 alunos que compõem a turma) e a menina se portou como concordante à ofensa recebida, já que preferiu se esquivar do que abstrair o que estava sendo dito sobre ela... 

     Uma coisa é certa: infelizmente, implicâncias mil existem durante uma aula de Educação Física. Mas nós, professores, precisamos ficar "de antenas ligadas" para que isso ocorra cada vez menos. Ao surgir algum tipo de situação, intervenha imediatamente, e em hipótese alguma se omita ou ria da piadinha de mau gosto. Precisamos ser os primeiros a dar exemplo, em demonstrar que aquilo não pegou bem, que com certeza a pessoa não gostaria que ocorresse o contrário.
     É necessário identificar os atores do bullying - autores, espectadores e alvos, pois assim as intervenções serão mais específicas. Como já comentei acima, é claro que existem brincadeirinhas e implicâncias entre as crianças, mas é necessário distinguir o limiar entre uma piada aceitável e uma agressão, e geralmente percebemos a diferença a partir das reações que a vítima apresenta: desânimo, exclusão, recuo em todas as situações-problema etc.

Referências:

21 perguntas e respostas sobre bullying. Revista Nova Escola. Disponível em: 
< http://revistaescola.abril.com.br/crianca-e-adolescente/comportamento/bullying-escola-494973.shtml>

domingo, 11 de setembro de 2011

Eu não sei na verdade quem eu sou...

     Quem me conhece sabe que eu sou super fã do grupo "O Teatro Mágico". Eles têm músicas lindas, muito reflexivas, que vão ao encontro dos objetivo deste blog: colocar as ideias em movimento! Nesta semana eles lançaram seu terceiro álbum, intitulado "A Sociedade do Espetáculo". Uma das canções tem o nome deste post, e sua história é muito interessante! Vejam:

"Fernando explicita a origem: 'Tentei escrever com teorias de crianças, inspirado numa reportagem sobre os Doutores da Alegria que meu pai me mostrou. Uma criança dizia que um palhaço é um homem todo pintado de piadas’, outra dizia que sonho era uma coisa que ela guardava dentro de um travesseiro. E os doutores diziam que não sabiam se eram médicos, atores, palhaços, ou se eles estavam sendo curados fazendo aquilo. Quem de fato sabe o que é?'."
     Se formos ouvir a canção completa, veremos como as crianças são simples e sábias em descrever as realidades do dia-a-dia! Se você também acredita que seus alunos constroem conhecimento junto contigo, e que "Velhinhos são crianças nascidas faz tempo" e que "Com água e farinha eu colo figurinha e foto em documento", não deixe de ouvir esta canção!



Explicação faixa a faixa de todas as canções do "O Teatro Mágico disponível em: http://ultimosegundo.ig.com.br/cultura/musica/faixa+a+faixa+exclusivo+do+novo+album+do+teatro+magico/n1597084637920.html 

 Gostou?! Então espalhe esta ideia! Vamos colocá-la em movimento!

Coitado do corpo!

     Segue abaixo um trecho do texto "Coitado do Corpo", de Rubens Alves, para nossa reflexão no que diz respeito à Educação Física Escolar. Veja bem: sabemos que a competição faz parte da cultura esportiva do nosso país, mas o texto que segue tem como objetivo a reflexão do que tem sido (ou não) a aplicação do esporte na escola.
     Como muito bem explica o autor Sávio Assis em seu livro "Reinventando o esporte: possibilidades da prática pedagógica" (Campinas, SP: Autores Associados, 2010), há diferenças entre o esporte na escola e o esporte da escola, e é fundamental que o professor de Educação Física Escolar perceba isso. Boa leitura!

     "[...] O que move o atleta não é o prazer da atividade, em si mesmo. Se assim fosse, ele ficaria feliz em correr, nadar, saltar, sem precisar de comparar-se com outros. Mas depois de correr ele consulta o seu relógio. Está comparando o seu desempenho em relação aos outros. Quando a gente se envolve numa atividade por prazer a gente está brincando. Não olha para o relógio. É o caso das crianças correndo – como potrinhos. Ou na água: como golfinhos. O espaço, representado pela grama, pela água, pelo vazio, é o seu companheiro de brincadeira. A atividade lúdica produz um corpo feliz.
A competição, representada no seu ponto máximo pelas Olimpíadas, é o oposto do brinquedo. Porque ela só acontece quando o corpo é levado ao limite do stress. E o corpo, mais sábio que os atletas, não gosta disso. Ele sabe que é perigoso chegar aos limites. O corpo não gosta de competições e Olimpíadas. Competições e Olimpíadas são situações a que o corpo é submetido ao máximo stress. Ou seja, situação de máximo sofrimento do corpo. O corpo vai contra a vontade. Basta observar a máscara de dor no rosto dos que competem. A competição é uma violência a que o corpo é submetido. A imagem mais terrível que tenho dessa violência é a daquela corredora suíça, ao final de uma maratona, algumas olimpíadas atrás. Chegando ao estádio o corpo dela não aguentou. Os ácidos e a cansaço o transformaram numa massa amorfa assombrosamente feia. Ele não queria continuar; desejava parar, cair. Mas isso lhe era proibido: uma ordem interna lhe dizia: obedeça, continue até o fim. O público parou, perplexo. E ninguém podia ajudá-la. Se alguém o fizesse ela seria desclassificada. O comentarista, comovido, louvava o extraordinário espírito olímpico daquela mulher. Ele não compreendia o horror. De fato, o final do espírito olímpico é o corpo levado aos limites últimos de stress. Aos limites do sofrimento. Como o corpo escultural de Florence Griffith Joyner. Haverá coisa mais anti-corpo, mais anti-vida? A competição não é motivada por amor ao corpo e ao seu prazer.
     Na competição o espaço não é companheiro de brincadeira, é inimigo a ser derrotado. O prazer de quem compete não se encontra na relação corpo-espaço, mas no resultado: quem teve a melhor performance. O objetivo da competição é a comparação. E a comparação é o início da inveja e da infelicidade humana.
     O atletismo não é uma atividade natural. Animais não competem. Nenhum tem interesse em saber qual é o melhor. Eles não se comparam. Animais correm por prazer: cães e cavalos correm e pulam por prazer. Mas quando não estão brincando, isto é, quando não estão envolvidos no prazer da atividade, eles não fazem esforços desnecessários. Os movimentos dos animais são determinados por um estrito senso de economia. Só existe uma situação quando competem: onça e veado, gavião e coelho – quem perde ou morre ou fica com fome. O que não é o caso das pistas de atletismo.
     E me intrigam as razões por que, nas competições, são apenas os músculos que são testados. O corpo não é formado apenas por músculos. O curioso é que quando se fala em “educação física” a imagem que aparece é a de um atleta com short, camiseta e tênis, pronto para alguma atividade que envolva o uso dos músculos. Mas os olhos, os ouvidos, a boca, o nariz, a pele são também parte do físico. Podem também ficar atrofiados como ficam atrofiados os músculos. O corpo atrofiado pela inércia e pelo acúmulo de gordura pode terminar em obesidade, diabetes, colesterol alto e infarto. Mas um corpo de sentidos atrofiados termina numa doença terrível chamada “tédio”. Imagino uma faculdade de educação física que tenha também cursos do tipo “Curso de cheiração avançada I”, “Curso de cheiração avançada II, “Curso de observação de cores”, “Curso de audição de ruídos da natureza”…

(Rubem Alves)
 
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quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Cara feia pra mim... pode realmente ser fome!

     Desconfie daquela criança quitetinha demais na sua aula. Se todo mundo está em polvorosa porque começou a atividade mas algum aluno permanece "voando", olhando para o nada, procure investigar.
     Hoje uma das minhas alunas não quis fazer absolutamente nada. Preferi não pressionar, deixei ela na dela, mas vez enquando eu ia lá e a estimulava a interagir com os demais. A menina só balançava a cabeça dizendo não, e logo se prostrava, praticamente deitando em cima de uma mesa. Perguntei se ela queria conversar, e eu ouvi o "cri-cri-cri" dos grilos em um vácuo total! Passado um tempo, ela virou pra mim e disse que estava passando mal. Perguntei o que ela estava sentindo, mas o silêncio foi a minha resposta. Daí comecei a sugerir locais que poderiam estar doendo, como a cabeça, a barriga, enfim, fui ditando partes do corpo, até que ela disse que era a barriga. Perguntei se ela estava com dor ou se queria vomitar. Ela disse que não estava enjoada e que não queria vomitar. Logo vi que também não queria ir ao banheiro. Então, eis que uma lâmpada se acende em minha mente e eu pergunto: "Você almoçou hoje?" E a resposta foi não!!! Aí perguntei porque ela não havia comido a merenda da escola. O "cri-cri-cri" permaneceu... Silêncio. Nada. Perguntei se estava tudo bem em casa, e nem uma palavrinha foi dita.
     Obviamente a levei direto para a secretaria. Contei o caso para a coordenadora, que repetiu as mesmas perguntas. Ela disse que "se esqueceu" de almoçar. Santo Deus, como pode?! É claro que esse não foi o motivo! E pior que ninguém conseguiu convencê-la de merendar! O máximo foi comer uma banana... Fiquei com o coração na mão. Tenho certeza que alguma coisa muito séria deve estar acontecendo... Como fiquei sentida... Tão pequenina e já carregando esses fardos... Graças a Deus que eu percebi que algo não estava bem. Graças a Deus que não a "obriguei" a fazer aula. Já pensou se ela desmaia?! Mas uma coisa é certa: precisamos estar com as antenas ligadas! Nosso corpo fala, e criança prostrada com certeza indica que algo está fora do lugar... Investigue! Precisamos ser "detetives" em prol dos direitos da criança!